A presença de um navio de guerra russo em São Tomé e Príncipe, no início de Janeiro, desencadeou um forte debate político e institucional. A Acção Democrática Independente (ADI) acusa o Presidente da República e o Governo de terem permitido a entrada e o transbordo de mercadorias do navio sem o conhecimento ou consentimento da Assembleia Nacional, alegando uma violação da Constituição. Para compreender as implicações políticas, institucionais e geoestratégicas deste episódio, ouvimos Liberato Moniz, analista politico são-tomense.