Rui Tavares continua a sua viagem até ao fim dos anos conturbados da Primeira República para nos fazer refletir sobre o dinheiro, o seu papel e o seu valor, partindo da figura de Cunha Leal, um político que viria a fundar o Partido Republicano Nacionalista que questionou a veracidade do Banco de Portugal na emissão de notas e moedas quando disse “O diretor da Casa da Moeda mente!”
Não poderia sobre o dinheiro ser dito o mesmo que Santo Agostinho disse sobre o tempo? Ou seja, “Quando não me perguntam o que é, eu sei perfeitamente o que é o tempo e quando me perguntam o que é, eu fico perdido à procura de uma resposta?”

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