



O doente imaginário e a derradeira actuação de Molière, o dramaturgo que gozou com todos
Neste 17 de fevereiro cruzaram‑se duas histórias: a de uma mãe nascida nesse dia e a da derradeira actuação de Molière. Em 2026, essa mãe celebra 95 anos, tendo sido criança num mundo onde ainda se via o Zeppelin passar sobre aldeias ribatejanas. Rui Tavares leva-nos ao século de Molière, o dramatu…

No século XVIII já havia Inteligência Artificial? Conheça o Turco Mecânico, o autómato que ganhava sempre ao xadrez
O que nos intriga, aproxima e afasta da inteligência artificial? Porque é que nos deixamos seduzir e, ao mesmo tempo, assustar por ela? Há poucos dias, circularam relatos de que existiria uma rede social habitada apenas por bots – programas concebidos para automatizar tarefas e simular interacções…

O último Presidente: Quem foi Bernardino Machado, o carioca que se tornou presidente da Primeira República?
Duas vezes presidente, duas vezes deposto, duas vezes exilado. Nonagenário, confinado ao Norte pelo Estado Novo, dita memórias à filha: “Nasci no Rio de Janeiro”. Bernardino Machado, a figura que Rui Tavares nos traz neste episódio, nasceu no Brasil em 1851, cresceu num Império escravocrata, entre …

Manuel Teixeira Gomes, o presidente que se demitiu e a primeira-dama invisível
Há 100 anos, em dezembro de 1925, Manuel Teixeira Gomes abandonava a Presidência da República Portuguesa e embarcava no cargueiro holandês Zeus, rumo ao Mediterrâneo. Este algarvio de Portimão (1860-1941), penúltimo presidente da Primeira República, deixava para trás um país em convulsão rumo ao fi…

O explorador que percorreu a Gronelândia a pé, ganhou o prémio Nobel da Paz e criou um passaporte humanitário: Fridtjof Nansen
O que liga a Gronelândia, o Prémio Nobel da Paz, a Liga das Nações para os Refugiados e Calouste Gulbenkian, o maior mecenas cultural do nosso país? A resposta é Fridtjof Nansen, o explorador do Ártico que teve a audácia de trilhar o pioneiro caminho por terra pela calota glacial da Gronelândia, em…

Almanaque A Batalha para 1926: uma viagem até ao ano em que tudo muda
Ao entrar no ano novo, A Batalha, jornal do movimento operário anarcossindicalista, apresentava aos leitores uma novidade: o Almanaque para 1926. Fundado em 1919 pela União Operária Nacional, A Batalha era já, em 1926, um diário de referência. Ao invés de mera publicação doutrinária, Alexandre Vie…

Os 100 anos da queda de Alves Reis: de falsário impenitente a cristão renascido
Por onde anda Alves dos Reis? Como terminou a saga da maior burla de que há memória no país? Rui Tavares regressa a 1926 para nos contar a história da prisão do homem que burlou aproximadamente 1% do PIB português e que se tornou num cristão renascido A história entretanto interrompida, é agora re…

Os mais ouvidos de 2025: De “Pulp Fiction” a Santo Agostinho
No primeiro episódio do podcast Tempo ao Tempo, Rui Tavares propõe uma viagem errante no tempo e na geografia ao encontro de pessoas cujas vidas se desencontraram por dois milénios mas que estão ligadas pela música. Do filme “Pulp Fiction” até à Grécia Antiga há muita história que se liga pela ling…

Os mais ouvidos de 2025: Crimeia, a guerra esquecida
Recorde o episódio em que Rui Tavares nos leva até 1852 e à guerra da Crimeia, para constatar que não há factos irrelevantes.

O primeiro Natal em ditadura e um fado de Alfredo Marceneiro: bem-vindos a uma feia noite de Natal
No ano de 1924, Alfredo Marceneiro conquista pela primeira vez o primeiro lugar num concurso de fados. “Remorso”, o fado com letra de Linhares Barbosa que interpretou, dá voz a alguém que se consome de culpa, sozinho, numa noite de Natal. Dois anos depois, esse fado, entretanto celebrado por toda a…