As crianças têm sido vistas como pequenos doentes. Entre rótulos como “hiperatividade” e “baixa autoestima”, parece faltar o espaço para compreender o contexto e o desassossego em que crescem
As crianças têm sido vistas como pequenos doentes. Entre rótulos como “hiperatividade” e “baixa autoestima”, parece faltar o espaço para compreender o contexto e o desassossego em que crescem