

Pais separados: como construir plataforma de entendimento?
Anos depois da separação, há ex-casais que continuam sem se entender e quem sente o peso disso são os filhos. Um ouvinte pergunta ao Eduardo Sá como construir uma "plataforma de entendimento"

IA, dignidade humana e o novo colonialismo
Numa entrevista ao Observador, o jesuíta Afonso Seixas Nunes fala da Magnifica Humanitas, primeira encíclica do Papa Leão XIV, que alerta para um novo "colonialismo" digital

As relações amorosas têm "atualizações" durante as férias?
Sai da rotina, muda o cenário, sobra mais tempo a dois. Será que as férias funcionam como um "teste" às relações amorosas, revelando coisas que o dia-a-dia disfarça?

Quando o amor pelos filhos lhes faz mal
Dar sempre razão, elogiar sem exigir, deixar crescer a ideia de que merecem tudo sem esforço. O amor pelos filhos, mal gerido, pode ensinar-lhes menos do que devia

Ser feliz é não ter problemas ou saber lidar com eles?
Vende-se a ideia de que ser feliz é fácil e sem esforço. Eduardo Sá defende que a felicidade é um estado de lucidez que não ignora os problemas, mas sim dá a sua real e devida dimensão.

Adolescentes e a arte de engonhar: preguiça ou insegurança?
Muitos jovens dominam a "arte de engonhar". Eduardo Sá explica que procrastinar é afinal um grito de liberdade ou insegurança e sublinha o papel dos pais na construção de uma confiança real.

Menos telemóveis significa menos bullying?
A proibição do uso de telemóveis vai ser alargada até ao 9.º ano. O psicólogo Eduardo Sá defende que a medida ajuda a proteger a saúde mental dos alunos.

Somos todos "mães helicóptero"?
Eduardo Sá analisa a figura da mãe supercentrada nos resultados e no controlo total. O psicólogo critica a obsessão pelo desempenho e defende que as crianças precisam, acima de tudo, de ser crianças.

Ecrãs à mesa: como recuperar o diálogo e o convívio?
À mesa, ecrãs isolam as famílias. Eduardo Sá explica como a "bolha digital" destrói a partilha de histórias e a importância de educar a paciência e o diálogo real em família.

Tudo se explica pela infância?
Vivemos obcecados com a infância como explicação para tudo o que somos. Será que essa ideia nos liberta ou nos aprisiona numa lógica de vítimas perpétuas, incapazes de decidir quem queremos ser?