Como muita gente do PS responsabilizou as sondagens pelo desfecho de Lisboa, muitos bloquistas e comunistas responsabilizam-nas pela estocada final. E parece incontestável que elas foram determinantes para uma maioria absoluta que já ninguém esperava. Não está todo o processo democrático inquinado quando sondagens e tracking polls marcam diariamente o ritmo e as táticas de campanha? É necessário apertar a regulação da utilização destes instrumentos ou proibir a sua utilização em determinada fase da campanha eleitoral? Neste episódio conversamos com Pedro Magalhães, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e coordenador das sondagens ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC.

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