Neste episódio, recebemos o pintor, músico, fundador dos Ena Pá 2000 e candidato à Presidência da República que promete, entre outras coisas, dar aos portugueses tudo aquilo que eles quiserem.
Falamos de grandes monstros disfarçados de pequenas bagatelas: inteligência artificial, genocídios, aquecimento global, capitalismo, estupidez e política. Mas também de pintura, surrealismo, psicanálise, infância, música obscena, autorretratos e da eterna dificuldade de responder à pergunta: “Afinal, quem és tu?”
Manuel João Vieira explica por que razão a irreverência é uma arma, como uma pintura pode nascer de uma espécie de alucinação e reflletimos como talvez existam dois Manueis “Joões” Vieiras, o que pinta e o que escreve sobre aquilo que pinta.
E depois há a Caixa do Desejo Filosófico. Sabão, bússola, pilha, maçã, dominó… Manuel explica e, sobretudo, finta-nos a cada curva.
Porque, entre o caos, o humor, a melancolia e uma quantidade considerável de fintas, talvez haja apenas uma coisa a fazer: não perder o norte.
Voltamos para a semana!

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