Neste episódio, Rita Redshoes convida-nos a entrar no seu universo criativo, onde a imaginação nasce muitas vezes do tédio, do erro e da capacidade de abrandar. Entre música, escrita, psicologia e filosofia, a artista reflete sobre o que acontece quando o quotidiano e as suas urgências sufocam o espaço necessário para criar.
Ao longo da conversa, fala da autenticidade como um compromisso consigo própria, da dificuldade em separar a pessoa da obra e da forma como o corpo, o instinto e a emoção orientam o processo criativo. Para Rita, a arte não se mede por regras ou fórmulas: vale sobretudo pela sua capacidade de nos arrepiar, desassossegar e transformar.
Da música à poesia, da verdade ao erro, esta é uma conversa franca sobre criatividade, vulnerabilidade e o poder da arte para chegar a lugares onde as palavras, sozinhas, nem sempre conseguem chegar.

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