Sexo e cancro. Talvez não esperasse ouvir estas duas palavras na mesma frase. Parecem antagónicas e até fora de contexto. Se calhar nunca pensou num doente oncológico como alguém sexualmente ativo, tal como talvez nunca tenha questionado como fica a sexualidade de quem ultrapassa uma doença oncológica. Estima-se que cerca de 2/3 dos doentes oncológicos desenvolvam disfunções sexuais durante ou após os tratamentos e, no entanto, raramente se fala deles.
Neste episódio de O Prazer é Todo Meu, Mafalda Cruz conversa com Joana Grilo. Profissional de saúde na área da farmácia, Joana recebeu o diagnóstico de cancro da mama aos 38 anos e é hoje fundadora do projeto NAVE, dedicado à literacia, apoio e acompanhamento de doentes oncológico.

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