Queridos empregados de mesa chineses, Ricardo Dias Felner quer fazer uma declaração de amor à vossa cozinha e restauração.
Foi no Grande Palácio de Hong Kong que o crítico aprendeu a adorar tanto os cheung fu, rolos de farinha de arroz, como o serviço de mesa chinês. Ao início, ficava magoado com as respostas rápidas e incompreensíveis em luso-mandarim das empregadas às suas questões ou caprichos de ocidental. Hoje, reconhece a este brusco atendimento grandes qualidades: rapidez e eficácia.
Ouça aqui a crónica em podcast.

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