Na Pensão Flor, Alfredo queria tomar conta de tudo, só ele acha que sabe fazer as coisas como deve ser. Mas só cozinha três dias por semana. Tem uma horta nas traseiras, é caçador e pescador, e serve iguarias como caldo de feijão, nabiças e chouriça, coelho bravo com molho vilão, truta com jamón e escabeche de perdiz com vinagre caseiro. Um restaurante ótimo para dias de chuva, portanto. Pena é não existir.

O garrafão de azeite “daquele forte, como antigamente” é mesmo o melhor?
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Fazer sopa é um ato de amor desinteressado: as sopas estão em vias de extinção?
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O centro de Lisboa está chato, caro e aborrecido. Mas nos bairros periféricos a comida tem alma
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