Na história de Portugal e do mundo as especiarias ocuparam, durante um tempo, um lugar de destaque no comércio global. Foram moeda de troca e sempre encerraram um misticismo que ainda perdura aos dias de hoje.
Mas desde há 200 anos que os portugueses viraram-se mais para as plantas e ervas mediterrânicas que conseguem cultivar em casa, preferindo-as à canela, cravinho e outras plantas e especiarias que não se encontram em solo europeu. A excepção é a pimenta. Nesta conversa, Luís Mendonça de Carvalho, Mestre em Bioquímica Vegetal e Doutor em Sistemática e Morfologia de Plantas, recupera o misticismo e versatilidade das especiarias.

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