Deixar o melhor para o fim parece ser uma opção que trás muitas dúvidas a todos, afinal, o melhor está sempre no fim. Ou talvez não.
Todos os finais devem ser apoteóticos: nos concertos, na liturgia profana do acasalamento, no cinema (quando o cinema era feliz) e, também, na morte, no sentido que só a morte nos liberta da angústia de viver, do preço da habitação e do deputado Pedro Pinto.

Está na altura de criar um kit alimentar para gourmets solitários e melhorar qualquer prato do dia-a-dia
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