O humorista e médico Carlos Vidal convida Ticas Graciosa, que tem uma história de vida marcante: quando tinha 5 anos o seu pai, que tinha uma doença psíquica, matou a sua mãe e morreu de suicídio. Ticas só soube aos 11 anos da história verdadeira. Falam sobre a importância do riso como elemento para lidar com a adversidade, como forma de balizar o estado de espírito, do engano como forma de amor e da graça, como causa ou consequência de tudo o que aconteceu. Debatem a importância da saúde mental. Falam sobre o ciúme, o amor, o perdão, a percepção da finitude que, pela lei da vida, se cumpre mais rápido com os avós do que com os pais. Será a memória a melhor forma de homenagem? Ainda há espaço para histórias sobre José Cid, sobre escroto… não necessariamente relacionadas ou por esta ordem. Há quem diga que o humor pode salvar e, quiçá, esta história poderá ser útil para salvar alguém.

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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