O médico e humorista Carlos Vidal convida Sérgio Melo, que abdicou do conforto da sua vida para se juntar às tropas ucranianas e lutar pela paz. Falam do que nos eterniza, se o encontro com a paz pode significar o envolvimento numa guerra e se o sorriso pode ser uma forma de nos lembrarmos que superámos a adversidade. Será que se sofre com o choro de uma criança na dimensão oposta à felicidade com que a vemos sorrir?
Abordam o medo, o choro, o barulho, o silêncio e o aparecimento do riso onde impera a incerteza. Viver uma guerra aproxima-nos ou distancia-nos do ser humano e, perante a crença, como se justifica pegar numa arma e embarcar numa guerra? Entre inúmeras histórias com muito humor, percebe-se que Sérgio não é deste mundo. Um altruísta que exponencia a vida a um patamar em que não se importa de abdicar dela.

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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Pedro Paixão: “Tenho uma dívida de gratidão às mulheres, elas salvam-me. Já teria morrido, com certeza. Uma paisagem sem mulheres é assustadora”
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