Ricardo Fernandes é um profissional de sucesso, um ‘pai babado’, um homem orgulhoso do que construiu. Mas é também um sinónimo de resiliência, de alguém que enfrentou os trâmites de uma nova vida depois de um grave acidente que o deixou tetraplégico, após mais de 17 horas desaparecido, numa situação que poderia desde logo ter sido o seu fim mais prematuro. Com a vida construída e a “casa arrumada”, assim o define, Ricardo não tem problema em assumir que já tem o seu último dia destinado: é defensor da morte medicamente assistida, termo que prefere substituir por ‘liberdade medicamente assistida’, e faz do seu exemplo um mote para que mais pessoas percebam um tema que em Portugal continua a ser um forte tabu. Uma conversa com Carlos Vidal, para ouvir aqui!

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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Pedro Paixão: “Tenho uma dívida de gratidão às mulheres, elas salvam-me. Já teria morrido, com certeza. Uma paisagem sem mulheres é assustadora”
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