No quinto episódio do podcast "O Animal Que Ri", o médico e humorista Carlos Vidal convida o músico Samuel Úria para falar sobre o riso, a música, o tempo e a palavra. Tentam perceber se a música nos forçou a cantar os sentimentos que reprimimos e se alguém que se ri é, invariavelmente, uma pessoa sensível e que chora.
Exploram o tempo: é mais vagaroso para quem cria? E a música, resiste melhor ao seu passar do que o humor? Também se debruçam sobre a palavra. As que compõem uma música serão as que não se quis dizer ou as que ficaram esquecidas? Ainda descobrem como é que o riso se pode comportar num assalto, sempre na óptica do utilizador.

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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