Carlos Vidal convida Joana Cruz e divagam sobre histórias de vida e de morte. Será o riso uma forma peculiar e leve de lidar com a adversidade, servindo como um alívio de tensão?
Falam sobre o riso na doença, se experienciar um problema nos legitima a fazer humor com ele e se a importância do ânimo, no processo, se converte na diferença entre viver ou sobreviver. Será que nos podemos continuar a rir perante a morte ou o riso retira o respeito e a seriedade da situação?
Tentam ainda perceber se é possível rir da doença e respeitá-la, ao mesmo tempo. É que a doença talvez nos mereça tanto respeito como um pirete no trânsito.

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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