Carlos Vidal convida António Zambujo e falam sobre o riso e a música, como parte da cultura de um país. Abordam o fado, o cante alentejano, a stand-up comedy e como é que a voz sai enaltecida entre a tristeza e a solitude. Falam sobre o efeito surpresa como imposição de emoção, da importância da imperfeição e da palavra. Exploram as raízes, a importância dos avós e de como é que, tantas vezes, os músicos conseguem ser os melhores humoristas. Num mundo cada vez mais estúpido, será o humor uma forma de nos insurgirmos contra a estupidez?

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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