Há 3 anos, um episódio de riso genuíno e descontrolado entre dois pivôs da RTP3 ficou viral. Após este tempo em silêncio, Carlos Vidal convida Alexandre Brito e Maria Nobre, que aceitaram dar um exclusivo ao podcast “O Animal Que Ri”, para perceber o que aconteceu antes, durante e depois desse momento, bem como todo o impacto associado. Debatem se o riso é, ou não, mal visto na transmissão de informação e se lhe tira rigor, se pode aproximar o telespectador à informação ou se pode humanizar a profissão. Será que podemos aliar bom humor a boa informação ou pode dar azo a mal-entendidos? Teremos, em Portugal, uma comunicação mais racional e menos emocional? Como lida um jornalista com a isenção, num mundo cada vez mais absurdo? Falam, ainda, sobre a morte e de como é que o riso pode homenagear e dignificar a despedida.

João Décio Ferreira: “O género é a manifestação do sexo do cérebro. Como não o podemos mudar, alteramos o sexo do corpo, para estarem em perfeita sintonia”
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"O sorriso tornou-se a minha arma. Como não consigo bater numa pessoa que esteja chateada comigo, rio-me da situação”
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Sérgio Melo: “Pode haver riso e boa disposição na guerra, ali somos todos iguais, todos parceiros. Quando um está triste ou feliz, estamos todos”
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