Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"

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