Miguel Sousa Tavares comenta o terramoto político da semana que levou à queda do PM. Considera que, "seria absolutamente insustentável" que, perante a acusação, Costa ficasse em funções. E mesmo se não existisse o inquérito autónomo, seria difícil não optar pela saída. Sobre as conclusões que vierem a ser apuradas, o cronista entende que poderão vir a ser de "uma gravidade extrema" para o poder político ou judicial. Sousa Tavares considera (antes da decisão anunciada pelo PR) que a convocação de eleições antecipadas é a mais adequada "para limpar a situação política" e entende que há quem beneficie dos acontecimentos: Montenegro, Pedro Nuno Santos, o Chega e o próprio Marcelo.

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