Nasceu em dezembro de 1966, em Olhão, mas foi em Vila Real de Santo António que cresceu. É o segundo de quatro irmãos e o “menos mimado”. Sempre foi obcecado por números e contas. Lá em casa diziam o dinheiro que recebia dos pais e avós era fêmea, porque era o único que “procriava”, enquanto os irmãos estavam sempre na “bancarrota”. Foi em Lisboa que fez o curso de Economia, o mestrado em Matemática Aplicada, no Instituto Superior de Economia e Gestão e depois um doutoramento em Harvard, nos Estados Unidos. Preparou-se sem saber que iria ter a oportunidade de entrar na política como ministro das Finanças, cargo que ocupou duas vezes em governos do PS. Diz que teve de aprender a ser político e considera que o cargo, que ainda ocupa, de Governador de Portugal, também é político. Foi considerado o homem das “contas certas” e até lhe chamaram o “Ronaldo do Ecofin”. Mário Centeno é o convidado do novo episódio do Geração 60.

Especial ao vivo no Tribeca com Luísa Cruz e José Raposo: “Conhecemo-nos na banda. Era esta senhora ainda uma moçoila”
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Fernanda de Almeida Pinheiro: “A minha avó Maria Eugénia nem apelidos tinha. As mulheres não tinham um para além do nome próprio. Era sempre Maria. Todas as mulheres da minha família têm o nome de Maria, mas não um apelido”
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Miguel Monjardino: “Fomos muito educados à mesa, havia muita conversa, não havia telemóveis, não havia televisão. Só tive televisão aos 14 anos, pertenci a uma sociedade que se educava através dos livros e da palavra escrita”
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