Margarida Rebelo Pinto: “O meu pai foi despedido porque nao aceitou ser informador da PIDE, mas ouvia o Avante!. Dizia que era tão importante os filhos ouvirem Tchaikovsky ou Chopin, como o hino do PCP. Nunca mais me esqueci disto”
Nasceu em junho de 1965, em Lisboa. Em criança gostava de livros e já dizia que queria ser escritora. É a mais nova de três irmãos e como diz a “preferida” do pai. Começou a tirar o curso de Direito e foi nessa altura que teve a certeza que o caminho não era aquele. Teve vários trabalhos e com 19 anos já fazia trabalhos com manequim. Lançou o primeiro romance aos 33 anos e admite que “para o bem e para o mal” será sempre uma “escritora do amor”. Tornou-se um fenómeno numa profissão que estava fechada a novos autores e onde era difícil viver dos livros. Lançou mais de 29 publicações com vendas que ultrapassaram o milhão de exemplares. Margarida Rebelo Pinto é a convidada do novo episódio do Geração 60, diz que não se imagina sem escrever mas que viver é o mais importante. Ouça aqui a conversa com Conceição Lino.
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Geração 60
Em 2025, é a vez de desafiar para a conversa portugueses que nasceram nos anos 60. Depois do Geração…Social links
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