Figura incontornável do mundo da cultura, Álvaro Covões dispensa apresentações. Responsável pelo festival NOS Alive, não poupa críticas à gestão cultural que é feita no nosso país: “Eu acredito na bondade dos política, mas a cultura política em Portugal não tem mudado nos últimos anos”.
Considera que os espetáculos são como as pequenas empresas, têm um círculo de vida muito curto e quando acabam não há forma de recuperar o investimento. A nível pessoal, diz que não gosta de trabalhar com quem diz que sim a tudo, prefere ser confrontado. Quanto ao futuro, Álvaro Covões é peremptório: “É preciso uma sociedade com um poder de compra superior para que possamos ter um maior consumo de cultura”.
Esta conversa foi conduzida por Conceição Lino e gravada ao vivo no festival NOS Alive dia 10 de julho.

Especial ao vivo no Tribeca com Luísa Cruz e José Raposo: “Conhecemo-nos na banda. Era esta senhora ainda uma moçoila”
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Fernanda de Almeida Pinheiro: “A minha avó Maria Eugénia nem apelidos tinha. As mulheres não tinham um para além do nome próprio. Era sempre Maria. Todas as mulheres da minha família têm o nome de Maria, mas não um apelido”
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Miguel Monjardino: “Fomos muito educados à mesa, havia muita conversa, não havia telemóveis, não havia televisão. Só tive televisão aos 14 anos, pertenci a uma sociedade que se educava através dos livros e da palavra escrita”
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