Nasceu a 22 de julho de 1964, em Almada. É ainda hoje à margem sul que a vida profissional e pessoal está ligada. Foi sempre uma criança curiosa que gostava muito de ficção científica e foi como cientista que desenvolveu o primeiro ecrã do mundo totalmente transparente e com materiais sustentáveis. Elvira Fortunato tem uma carreira com dezenas de prémios nacionais e internacionais e diz que nunca teve complexos de superioridade nem de inferioridade. Continua a acreditar que a ciência portuguesa tem capacidade de ir muito mais longe do que se possa pensar, até porque: “os eletrões são iguais em qualquer ponto do planeta”. Ouça aqui o novo episódio do Geração 60, conduzido pela Conceição Lino.

Especial ao vivo no Tribeca com Luísa Cruz e José Raposo: “Conhecemo-nos na banda. Era esta senhora ainda uma moçoila”
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Fernanda de Almeida Pinheiro: “A minha avó Maria Eugénia nem apelidos tinha. As mulheres não tinham um para além do nome próprio. Era sempre Maria. Todas as mulheres da minha família têm o nome de Maria, mas não um apelido”
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Miguel Monjardino: “Fomos muito educados à mesa, havia muita conversa, não havia telemóveis, não havia televisão. Só tive televisão aos 14 anos, pertenci a uma sociedade que se educava através dos livros e da palavra escrita”
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