Nasceu em novembro de 1967, no Monte do Estoril, na linha de Cascais, e é por lá que ainda hoje vive. Cresceu numa casa “bastante politizada”, onde a televisão estava sempre ligada. Teve uma infância “muito livre” e com “todo o tempo do mundo”, conta. Desde criança que aprendeu o valor do trabalho e nunca teve receio de pôr as mãos na massa - aos nove anos cozinhava para toda a família. O plano era ser professora de português e de inglês, mas a vida levou-a para a rádio e, mais tarde, para a televisão. É jornalista há mais de 30 anos. Mesmo numa altura em que a profissão atravessa “tempos complicados” nunca perde motivação. Clara de Sousa é a primeira convidada do podcast Geração 60 conduzido por Conceição Lino.

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Especial ao vivo no Tribeca com Luísa Cruz e José Raposo: “Conhecemo-nos na banda. Era esta senhora ainda uma moçoila”
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Fernanda de Almeida Pinheiro: “A minha avó Maria Eugénia nem apelidos tinha. As mulheres não tinham um para além do nome próprio. Era sempre Maria. Todas as mulheres da minha família têm o nome de Maria, mas não um apelido”
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