Nasceu a 4 de junho de 1963 em Gaja, em Angola, onde viveu até aos dois anos, altura em que os pais regressaram a Portugal. Foi no Montijo que passou a infância até aos 11 anos, altura em que a família fez mais uma mudança para África. Desta vez, o destino foi Moçambique. Viveu lá um ano, a seguir à Revolução de 1974. Desde cedo, mais interessado nas ciências do que nas humanidades. Tirou o curso de engenharia no Instituto Superior Técnico em Lisboa, numa altura em que os computadores eram considerados objetos da ficção científica. Foram os computadores que o levaram aos Estados Unidos para fazer um doutoramento na Universidade de Berkeley, na Califórnia. Tornou-se um português reconhecido internacionalmente na área da inteligência artificial. Não sabe o que ela irá trazer no futuro, mas tem a certeza de que só vai servir bem à humanidade se for gerida com valores éticos, culturais e filosóficos. Arlindo Oliveira, professor do Instituto Superior Técnico e investigador no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, é o convidado do novo episódio do Geração 80. Ouça aqui.

Especial ao vivo no Tribeca com Luísa Cruz e José Raposo: “Conhecemo-nos na banda. Era esta senhora ainda uma moçoila”
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Fernanda de Almeida Pinheiro: “A minha avó Maria Eugénia nem apelidos tinha. As mulheres não tinham um para além do nome próprio. Era sempre Maria. Todas as mulheres da minha família têm o nome de Maria, mas não um apelido”
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Miguel Monjardino: “Fomos muito educados à mesa, havia muita conversa, não havia telemóveis, não havia televisão. Só tive televisão aos 14 anos, pertenci a uma sociedade que se educava através dos livros e da palavra escrita”
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