Nasceu em Lamego, no dia 11 de Maio de 1949, um dos cineastas mais produtivos do cinema português. Poderia ter sido engenheiro. E não foi por um triz, porque não quis. Poderia ter sido artista gráfico com talento para o desenho, fez ilustrações e mais algumas coisas, mas ficou-se por aí. Gostava de ver cinema. Escreveu sobre cinema. Andou à boleia pela Europa para ganhar dinheiro para ir ao cinema e o 25 de Abril abriu lhe as portas do cinema. Diz que, como não sabe fazer policiais franceses, comédias espanholas ou entretenimento à americana, faz cinema português. Tem um culto especial por Manoel de Oliveira e aprendeu muito com o Mestre. Para João Botelho, os filmes são histórias e o cinema é a forma de mostrar. Gosta da noite, do Benfica, das pessoas, da alegria. Não deixa nada por dizer e afirma que vivemos um tempo em que os ignorantes são arrogantes, chegam ao poder e mandam. João Botelho é o convidado desta semana de Geração 40, com Júlio Isidro.

Fernando Dacosta: “Agora que entro na fase final da minha vida começo a aperceber-me da maldade do ser humano. E so percebi a partir dos 70 e tal anos”
59:48

Carlos Guilherme: “Cantar até quando? Até que a dentadura me caia. Não tenho vergonha porque a voz está impecável e até me surpreende”
1:01:22

D. Duarte Pio: “Quem está contra a monarquia, em geral, não é por razões políticas, mas por motivos sentimentais ou preconceitos”
1:00:56