Nesta segunda parte da conversa, o professor universitário, filósofo e ambientalista Viriato Soromenho-Marques reflete sobre as utopias e distopias atuais da sociedade. “As utopias adormecentes são tão poderosas que não reconhecemos no rosto dos nossos filhos as ameaças do futuro.”
Depois refere a paz como a maior invenção da Humanidade, abre o livro sobre as reais ameaças do aquecimento global e deixa um apelo à responsabilidade perante as gerações futuras. “Se não se travar o aquecimento global, nos próximos séculos uma parte considerável do planeta pode estar inabitável.”
E ainda lê um excerto de Nietzsche sobre a “morte de Deus”, fala com orgulho da família e dos dois filhos emigrados, deixa várias sugestões culturais, revela alguns dos seus pequenos prazeres quotidianos e explica por que acredita que "o humor é fundamental para colmatarmos a nossa ignorância e mortalidade”. Boas escutas!

Filipe Homem Fonseca (parte 1): “Acredito cada vez mais no vagar, na finitude e numa boa gargalhada”
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Viriato Soromenho-Marques (parte 1): “Está a faltar-nos o espanto pela beleza do mundo. Uma vida boa deve extravasar a tecnologia e os ecrãs”
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#5 Série especial ‘Os mais ouvidos’, com Madalena Sá Fernandes: “Procuro a resistência da alegria. Vivi uma fase escura. Agora trabalho para manter a alegria, o espanto e a curiosidade”
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