Quatro anos após a estreia do premiado espetáculo “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, o ator, encenador, dramaturgo e atual diretor artístico do Festival de Avignon, em França, Tiago Rodrigues, acaba de publicar o seu texto da peça em livro, pela Tinta da China. Na memória de quem a viu ficou a ressoar o discurso final de um fascista, que provocava a ira do público, e levantou uma rica discussão sobre a democracia e as suas ameaças. Nesta conversa, feita no rescaldo do espetáculo “Na Medida do Impossível”, na Culturgest, em Lisboa, sobre as experiências limite de profissionais humanitários em situações impossíveis, Tiago Rodrigues, Prémio Pessoa em 2019, reflete sobre as revoluções que faltam fazer para a saúde da democracia nos 50 anos do 25 de Abril.
A segunda parte desta entrevista sai no dia 27 de abril.
O podcast 'A Beleza das Pequenas Coisas' tem o apoio da DS Automobiles.

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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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