É um dos nomes mais valiosos da literatura portuguesa contemporânea. Estudou e trabalhou na Alemanha, foi professora catedrática em Lisboa e viveu no Brasil e em Moçambique. E só numa fase mais madura da vida, aos 41 anos, lançou o primeiro livro: “O Silêncio”, distinguido com o Prémio de Ficção do PEN Clube. Desde aí, nunca mais parou de publicar, revelando-se uma notável romancista e contista. Em 2025 publicou o 21º livro “Autobiografia não escrita de Marta Freud”, a revelar o lado sombrio de Sigmund Freud, obra premiada com o Grande Prémio da APE. Aos 86 anos, Teolinda Gersão prepara novo romance, mostra-se preocupada com as dores do mundo e lamenta que os netos tenham emigrado, porque “este país não tem futuro para eles.”

David Fonseca (parte 2): “A minha imagem pública é taciturna, mas levo a vida com humor e parvoíce. É uma forma eficaz de me manter alerta”
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David Fonseca (parte 1): “Nunca me fascinou ser famoso. Vejo nisso a parte pior da música. Gosto é de fazer canções novas e de tocar ao vivo”
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Ana Guiomar (parte 2): “Escolho sempre a alegria, mesmo num dia melancólico. Procurei a terapia, que me trouxe segurança e onde aprendo a dizer 'não'”
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