Após ter sido anunciada a extinção do Ministério da Cultura, dissolvido agora para um Ministério da Cultura, Juventude e Desporto”, a atriz e encenadora Sara Carinhas concebeu um vídeo-manifesto que viralizou rapidamente nas redes sociais, com vozes de várias pessoas artistas, rostos conhecidos do grande público, que questionavam como seria o mundo sem arte, rematando com a máxima: “A Cultura é casa inteira.” E, sobre isto, Sara deixa o alerta: “Quando se quer que as pessoas pensem menos, estejam menos informadas e menos livres no seu pensamento, a primeira coisa a sofrer é a cultura.” Inúmeras vezes premiada, com um largo trabalho no teatro, cinema e televisão, a atriz recentemente protagonizou a minissérie “Mulheres, às armas”, na TVI, e foi uma mulher colonialista no filme de época “Banzo”, de Margarida Cardoso. Ouçam-na nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Joana Gorjão Henriques (parte 1): “O racismo não é uma questão de direita ou de esquerda. A democracia herdou esse racismo, ainda não o resolveu”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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