Nesta segunda parte da conversa em podcast o curador e diretor artístico Sandro Resende, co-fundador da P28 e da galeria de arte bruta “Manicómio”, revela quais são os seus heróis e o que o levou a trocar cartas manuscritas com Yoko Ono durante meses. Conta também a razão de gostar de política, mas não de políticos, para fazer o que chama de “lobby positivo” e o que habita na sua colecção de livros proibidos e censurados que será exposta no início de abril, em Cascais. Por fim, fala mais a fundo do projeto internacional “Misfit”, dá-nos música, lê um poema de um dos artistas do "Manicómio" e deixa vários sugestões culturais. Boas escutas!

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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