Nesta segunda parte da conversa em podcast, o músico, cantor e compositor Samuel Úria fala da sua relação com a falha, a forma como isso o aproxima dos outros e conta como a religião e a fé o têm ajudado na música e na vida, como um super poder. Úria partilha ainda as músicas que o acompanham, lê maravilhosamente bem o poema “Um adeus português”, de Alexandre O´Neill (título tomado para uma das canções do seu último disco) e junta algumas sugestões culturais. E, lá para o final, dá conta de como para si não há prazeres culpados na música, e trauteia Juan Luís Guerra a revelar um pouco do projeto futuro que irá lançar com B. Fachada. Boas escutas!

Ana Guiomar (parte 2): “Escolho sempre a alegria, mesmo num dia melancólico. Procurei a terapia, que me trouxe segurança e onde aprendo a dizer 'não'”
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Ana Guiomar (parte 1): “Somos todos ridículos e ainda bem. Gosto muito do meu lado de revisteira. Mas também tenho mau feitio”
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Vera Iaconelli (parte 2): “Não sei disputar. Não me interessa a competição. Destaco-me no que faço, mas quero é pertencer. Evito quem atua na inveja. Então faço uma seleção radical, e até sofrida”
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