Nesta segunda parte, Rui Costa Lopes começa por responder ao cientista político e amigo Pedro Magalhães, que lhe aponta o sentido de humor “implacável” do Rui. O que o faz rir? E como o humor pode ser uma boa arma para a empatia? Rui fala da sua mudança para os Açores e a epifania que o levou a dar-se conta que a sua felicidade estava nas coisas mais simples, deixando de lado o peso das grandes missões de vida. E aqui partilha os seus novos prazeres na ilha, a vontade de juntar uma cabra ao seu agregado familiar, uma breve leitura do clássico “A Insustentável Leveza do Ser”, de Milan Kundera, que traduz bem esta sua nova fase e dá-nos a ouvir algumas das músicas que o acompanham. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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