Enquanto mestre da crónica, Rui Cardoso Martins recebeu dois prémios Gazeta por “Levante-se o Réu”, pelos relatos do que se passa nos tribunais portugueses e o seu romance “Deixem Passar o Homem Invisível” foi distinguido pelo Grande Prémio de Literatura da APE, em 2009. No ano passado publicou o seu 5º e último romance, “As melhoras da morte”, onde reflete sobre os contrastes do Alentejo, que canta as florinhas e os passarinhos e esconde debaixo do capote um lado mais sanguinário, solitário e triste. Nesta conversa, Rui recorda os anos de repórter no jornal Público e conta a gota de água que o fez desistir do jornalismo e que envolve uma conferência de imprensa com Marques Mendes. O tal que depois foi transformado no boneco “Marques Pentes”, o “ganda nóia”, no programa de humor “Contra Informação”, na RTP, que Rui co-criou durante 14 anos. Ouçam-no na primeira parte desta conversa com Bernardo Mendonça

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
38:37

MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
1:04:33

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
49:02