Nesta segunda parte da conversa com Rita Blanco, ficamos a saber de que forma a atriz de “A Gaiola Dourada”, “Sangue do Meu Sangue” e “Mal Viver/Viver Mal” se envolve com as personagens que representa e como confronta as pessoas em seu redor com a dureza e as feridas dessas mulheres da ficção. Rita dá-nos também a conhecer a sua vertente de co-autora nos projetos em que se envolve e dos seus eternos desejos e medos de se lançar na realização para cinema. Mas revela outros desejos no horizonte como fazer teatro para crianças ou ter um grande terreno para resgatar animais de todas as espécies. Rita revela depois algumas das músicas que a acompanham - uma delas que celebra a amizade e outras duas que ouve e dança com a filha Alice - e lê um poema de Adília Lopes sobre a importância da alegria. E ainda partilha sugestões culturais de livros e séries que mexeram consigo nos últimos tempos. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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