Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o encenador e ex-diretor artístico Ricardo Pais reflete sobre como é que o teatro pode e deve resistir à máquina devoradora da estupidificação e desumanização generalizadas no país e no mundo. E o que pode fazer a arte, e o teatro em particular, nestes dias que correm à velocidade da luz contra o tempo que ele precisa para se iluminar. E ainda fala de como gere este novo capítulo da vida, aos 80 anos, fora dos palcos, noutro tempo, despido de “pretensões inúteis”. Depois partilha as músicas que o acompanham, lê textos que traduzem a sua vida e revela como gere a solidão e se dedica aos novos prazeres e ao autoconhecimento, depois das perdas e das sobras. Boas escutas!

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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