Depois de um ano intenso de celebração do centenário de José Saramago, que levou a obra do Nobel da Literatura a todo o mundo, pelas mãos de Pilar del Rio, que preside à Fundação Saramago, a jornalista fala agora do seu livro, “A Intuição da Ilha”. Uma obra que desvela os bastidores dos anos passados em Lanzarote. E aqui comenta sobre os abusos da Igreja, os perigos da crise social e climática, o “terrorismo do machismo”, o direito à Eutanásia e a importância da linguagem inclusiva para nomear os vários géneros e identidades. “A violência de género é a coisa mais repugnante que se está a passar. Elas sofrem em nome das pátrias, do patriarcado, de Deus, em todas as civilizações e culturas.” E deixa um recado para a Igreja: “Os padres devem poder ter relações sexuais e casar-se uma, duas, três, cinco vezes. Como todos nós podemos. E, ao se permitirem relações normais, deixará de haver estes atos criminosos, canalhas e imorais que é o abuso de menores e pessoas dependentes.”

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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