Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a atriz Marina Mota revela que ao seu camarim vai parar meio mundo com desabafos ou questões de saúde. A atriz afirma que é de estender a mão a quem dela precisa e procura, mas dá conta que não suporta colegas divas ou maus profissionais. Atualmente afirma-se atormentada com o rumo das coisas no mundo e com a dificuldade das pessoas dialogarem.
Sobre a sua relação com espelho, diz que não é fácil envelhecer, mas que é pior quem não aceita o passar do tempo. Muito embora não dispense pequenos cuidados estéticos para se sentir bem. E deixa a crítica. “Não há grandes papéis em Portugal para gente acima dos 50. Mas deveria haver. Vejam as séries nas plataformas de streaming, que têm protagonistas mais maduros e maduras. Só por cá é que não…”
E Marina Mota ainda nos lê um excerto de um texto de Gabriel Garcia Márquez, que defende que só envelhece quem deixa de se apaixonar, o que a leva a falar de amor e paixão, entre o passado e o presente, revela algumas músicas e prazeres que a acompanham e deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!
Leitura:
“Só envelhece quem deixa de apaixonar-se”, de Johnny Welch. (E que é muitas vezes atribuído a Gabriel Garcia Marquéz)
Uma peça:
“Carmen Miranda - O Grande Musical”, de Filipe La Féria (no Politeama)
“À Primeira Vista” - de Suzie Miller, por Margarida Vila-Nova
Escolhas musicais:
“As coisas de que eu gosto”, do original “My Favorite Things”, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, adaptado por António José Lopes Lampreia e cantado por Marina Mota
“Amor a Portugal”, por Luís Trigacheiro
“Na Escola“, por Os Quatro e Meia
“Violência Doméstica”, tema de Marina Mota cantado por si na Revista Hip Hop ´Arque

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