Ouça aqui a segunda parte da conversa com o artista multidisciplinar Paulo Pascoal, que aqui fala dos sonhos que ainda tem por cumprir, os desafios de uma vida para ter cidadania portuguesa e vencer a entropia do sistema, apesar de ter nascido em Portugal, a importância da visibilidade como segurança, a rebeldia e a resistência enquanto pessoa negra e queer. E ainda nos dá música. Boas escutas!

Vera Iaconelli (parte 2): “Não sei disputar. Não me interessa a competição. Destaco-me no que faço, mas quero é pertencer. Evito quem atua na inveja. Então faço uma seleção radical, e até sofrida”
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Vera Iaconelli (parte 1): “Interesso-me pelo inconsciente, pela bizarrice, pelo disruptivo, pelos fios soltos e pela falha. É onde aparece a verdade”
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Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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