Paulo Pascoal é um artista multidisciplinar com uma história de vida que dava um filme. Já foi rosto de campanhas de publicidade em Nova Iorque, escreveu para cantores famosos, foi uma estrela da música pop em Angola e tem um extenso currículo no teatro, cinema e televisão. Paulo acaba de editar a obra autobiográfica “X 4 PRXTX”, um diário íntimo que escreveu quando chegou aos 18 anos a Nova Iorque e relata o seu primeiro ano na voragem da metrópole americana. O título codificado do livro nomeia um certo lugar que Paulo toma agora como seu. “É o quarto preto, o quarto lugar. É uma sátira, uma colocação social de um quarto lugar de opressão, e quis reclamar a pertença nesse quarto lugar, o primeiro dos últimos.” Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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