Nesta segunda parte da conversa com a escritora e artista multidisciplinar Patrícia Portela, são comentados os perigos da raiva e do ódio crescente, instrumentalizados por forças políticas e de como, às tantas, “somos orcas a comer o treinador” que lhes dá de comer. A autora dá também conta do pouco espaço e tempo dado ao pensamento, seja nas vidas de cada pessoa ou do próprio rumo do país e de como isso compromete o seu futuro. E, após um áudio surpresa do seu editor, Zeferino Coelho, Patrícia Portela abre um pouco o livro que anda a escrever. Um romance, que poderá resultar numa trilogia que a autora ainda tem dúvidas sobre o título, e revela aqui as duas hipóteses que andam na sua cabeça. No final ainda nos dá música e várias sugestões culturais. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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