Olga Roriz é uma das criadoras que mais marcaram o rumo da dança e das artes performativas em Portugal. Para o ano, a sua companhia de dança completará 30 anos de existência e Olga celebrará 70 de vida e 50 de carreira. Atualmente, a coreógrafa está em fase de pesquisa para o seu próximo solo, “O Salvado”, mais de 10 anos depois do seu último “A Sagração da Primavera”, estreado em 2013. A data deste seu regresso aos palcos está marcada para julho de 2025, primeiro no Porto [Teatro Carlos Alberto, de 3 a 5], depois em Lisboa [Teatro São Luiz, de 9 a 12]. E aqui Olga levanta a cortina do que está a preparar. E deixa o apelo: “Dancem mais.” Ouçam-na aqui nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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