No arranque desta segunda parte, Nelson responde ao escritor e dramaturgo Rui Cardoso Martins. E faz o exercício de imaginar as suas últimas palavras em vida. E perante outro desafio, de Carlos Vaz Marques, o seu editor na Zigurate, a que chama de “fera”, revela o título original deste seu novo livro que não foi do agrado de Carlos. E ainda fala do sentido de urgência com que vive, o gatilho que o leva a escrever, a importância de uma boa relação com um editor, e como se imagina no futuro que aí vem. O escritor dá também a sua perspetiva sobre os desafios do amor em tempos de Tinder, fala do sobressalto da guerra e, mais à frente, dá a conhecer as músicas que o acompanham, e lê um excerto da obra “A Morte do Pai”, de Karl Ove Knausgard, um dos seus escritores preferidos. Boas escutas!

Joana Gorjão Henriques (parte 1): “O racismo não é uma questão de direita ou de esquerda. A democracia herdou esse racismo, ainda não o resolveu”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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