No arranque desta segunda parte, Nelson responde ao escritor e dramaturgo Rui Cardoso Martins. E faz o exercício de imaginar as suas últimas palavras em vida. E perante outro desafio, de Carlos Vaz Marques, o seu editor na Zigurate, a que chama de “fera”, revela o título original deste seu novo livro que não foi do agrado de Carlos. E ainda fala do sentido de urgência com que vive, o gatilho que o leva a escrever, a importância de uma boa relação com um editor, e como se imagina no futuro que aí vem. O escritor dá também a sua perspetiva sobre os desafios do amor em tempos de Tinder, fala do sobressalto da guerra e, mais à frente, dá a conhecer as músicas que o acompanham, e lê um excerto da obra “A Morte do Pai”, de Karl Ove Knausgard, um dos seus escritores preferidos. Boas escutas!

Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
1:12:03

Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”
1:14:34

Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
1:05:05