É co-diretora artística do Teatro Meridional, em Lisboa, e tem em cena a peça “Vida Inversa”, com encenação sua e texto de José Luís Peixoto, sobre um mundo distópico que se parece com o nosso. Afirma que é mais feliz a dizer poesia e a dançar. "A poesia dá-me longe, dá-me céu, dá-me Deus nas pequenas coisas. E ajudou-me a levantar sempre." Com um prestigiado percurso na televisão, teatro e cinema, Natália Luiza afirma que a idade a fez libertar carga. “Sinto que já estou a descer a colina. O corpo vê a paisagem inteira. Sou mais feliz agora. Lido de outra maneira com o tempo e preocupo-me muito menos com minudências.” Este mês acaba de lançar o site a-gente.pt, para todos os atores e atrizes que não são representados por agentes, e planeia lançar um podcast com leituras das mais variadas obras da literatura portuguesa. “As revoluções têm de acontecer permanentemente. Temos que ser Abril todos os dias.”

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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