É co-diretora artística do Teatro Meridional, em Lisboa, e tem em cena a peça “Vida Inversa”, com encenação sua e texto de José Luís Peixoto, sobre um mundo distópico que se parece com o nosso. Afirma que é mais feliz a dizer poesia e a dançar. "A poesia dá-me longe, dá-me céu, dá-me Deus nas pequenas coisas. E ajudou-me a levantar sempre." Com um prestigiado percurso na televisão, teatro e cinema, Natália Luiza afirma que a idade a fez libertar carga. “Sinto que já estou a descer a colina. O corpo vê a paisagem inteira. Sou mais feliz agora. Lido de outra maneira com o tempo e preocupo-me muito menos com minudências.” Este mês acaba de lançar o site a-gente.pt, para todos os atores e atrizes que não são representados por agentes, e planeia lançar um podcast com leituras das mais variadas obras da literatura portuguesa. “As revoluções têm de acontecer permanentemente. Temos que ser Abril todos os dias.”

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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