Pai de cinco filhos, avô de 7 netos e o mais novo de 8 irmãos, Mário Cordeiro revela que se tornou médico pediatra, seguindo a profissão do progenitor, talvez para curar o trauma do “bullying” que sofreu na infância. Preocupado com as novas formas de violência e “cyberbullying“, partilha alguns desses relatos que lhe chegam ao consultório. Mário completa 70 anos e, depois de superar um acidente cardíaco ocorrido há 7, garante que está “para as curvas“, como o seu velho automóvel. E aqui se afirma um “cãomaníaco”, com adoração pelo seu cão Chopin. “Acredito que os cães humanizam as pessoas.” Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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