Nos últimos nove anos, Mariana Mortágua tornou-se uma das figuras políticas portuguesas mais relevantes, desde a participação na comissão de inquérito ao BES a questionar os então ‘Donos Disto Tudo’. Depois da ‘geringonça’ e do grande tombo das últimas eleições, que fez o Bloco de Esquerda passar de 19 para cinco deputados, Mariana não se arrepende do chumbo ao Orçamento do Estado. “Um partido que se deixa vergar não é útil.” A deputada do BE critica em Fernando Medina “a mesma lógica de austeridade” de Vítor Gaspar e Passos Coelho, reflete sobre o crescimento da extrema direita e comenta o machismo na política portuguesa: [José Luís] “Arnaut irrita-se com as meninas do Bloco porque fazem frente a figuras como ele que têm de assumir responsabilidades pela porta giratória em que se tornou a política portuguesa.” E ainda revela outros lados de si, além da política.

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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