Nos últimos nove anos, Mariana Mortágua tornou-se uma das figuras políticas portuguesas mais relevantes, desde a participação na comissão de inquérito ao BES a questionar os então ‘Donos Disto Tudo’. Depois da ‘geringonça’ e do grande tombo das últimas eleições, que fez o Bloco de Esquerda passar de 19 para cinco deputados, Mariana não se arrepende do chumbo ao Orçamento do Estado. “Um partido que se deixa vergar não é útil.” A deputada do BE critica em Fernando Medina “a mesma lógica de austeridade” de Vítor Gaspar e Passos Coelho, reflete sobre o crescimento da extrema direita e comenta o machismo na política portuguesa: [José Luís] “Arnaut irrita-se com as meninas do Bloco porque fazem frente a figuras como ele que têm de assumir responsabilidades pela porta giratória em que se tornou a política portuguesa.” E ainda revela outros lados de si, além da política.

Carla Maciel (parte 2): “O tempo escapa-me das mãos e ainda sonho muito. Quero fazer um filme de terror e uma tragédia grega. Sou chata e insisto. Vou conseguir, nem que seja aos 70”
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Carla Maciel (parte 1): “Acredito que tudo é definido pelo amor que colocamos nas coisas. O amor cura tudo. É o que nos define na vida”
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Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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