Maria José Campos é um dos nomes mais incontornáveis no apoio às pessoas infectadas com VIH em Portugal desde os anos 80 quando dava consultas no Hospital Egas Moniz, onde estavam internadas as primeiras pessoas doentes com o vírus. Fez parte da fundação da Associação Abraço, depois da ILGA, e foi coordenadora científica do Check Point LX. Até abril deste ano, altura em que se reformou, dava consultas de infectologia no Hospital de Egas Moniz, em Lisboa. No Dia Mundial da Luta Contra a SIDA a médica faz o retrato da situação atual e dos últimos 40 anos e alerta para o perigo do estigma, do medo e da ignorância que ainda mata e exclui. E, no final desta primeira parte, é surpreendida com uma áudio comovente da atriz e ativista trans Jó Bernardo

Joana Gorjão Henriques (parte 1): “O racismo não é uma questão de direita ou de esquerda. A democracia herdou esse racismo, ainda não o resolveu”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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